Então esses testes sempre se chegaram a fazer?
Abraço
Vou reforçar no caso do Sorenson não ter lido...!!!

pois...

demasiado tempo depois cá vai:
os testes foram todos reailzados, sendo o benchmark a peça fulcral, as colunas foram as TAD Model-1 e a amplificação um Usher R-1.5 e um Quad 520f (modificado pelo pestana)
os equipamentos em questão foram o Transporte e DAC Musical Fidelity KW DM25, um transporte da Rega (que não me lembro agora do modelo mas certamente alguem me irá lembrar), um pioneer PD-95 a servir principalmente de transporte (e a precisar de um circuito optico novo) e um portatil ligado por USB usando o windows 7, foobar e wasapi. tb experimentei um mediacenter com uma m-audio delta 192 audiophile com saida SPDIF e suprte ASIO 2.0 mas fiquei algo desiludido.
essencialmente aquilo que se constatou é que o benchmark funciona no seu melhor quando o usamos integralmente (DAC e PRE) e é aì q ele tem uma relação preço qualidade dificil de bater (mais ainda se não esquecermos o amp de headphones integrado).
Em termos de som o benchmark é NEUTRO ponto final, há sem duvida DACs melhores ou PREs melhores mas as suas limitações não são aparentes ou seja podemos subsitui-lo por uma peça e perceber melhorias mas quando o utilizamos não se pode dizer propriamente que isto ou aquilo não está bem ou poderia ser melhor, fica-se com uma noção mais exacta do transporte e da amplificação e a alterar algo será nesse sentido, at´se se chegar a um ponto ou se sinta necessidade de trocar o benchmark é preciso subir muito.
comparando a entrada USB com um transporte de qualidade como o caso do Rega as diferenças são praticamente inexistentes (na minha opinião) chegou-se a fazer uma comparação muito directa colocando no portatil e no transporte a mesma musica a começar ao mesmo tempo depois no benchmark só é necessário comutar a fonte, sendo que o DAC é no benchmark e ele faz reclock do sinal tb, a maior parte das vezes era indistinguivel.